Melhoramos a saúde de seus beneficiários para
melhorarmos a saúde de sua empresa.

A HealthBit é uma consultoria que usa tecnologias e análises de dados que otimiza os investimentos em saúde e causa melhoria na saúde de seus beneficiários, com consequente amenização dos custos e melhores resultados financeiros.

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O que fazemos

  • Análise de dados em saúde

    Geramos relatórios com dados embasados para você pode tomar decisões mais estratégicas, reduzir custos e melhorar o bem-estar de sua empresa.

  • Sistema de Acompanhamento

    Criamos grupos para serem acompanhados em um programa de coaching de saúde que visará o bem-estar dos participantes.

  • Gestão em saúde

    Entregamos os resultados obtidos pelo controle da saúde através de relatórios mais amplos, identificando as ações executadas e batimento de metas.

Resultados que geramos

  • Redução imediata de custo com melhoria da saúde

    Um cliente com cerca de 15 mil vidas economizou em seu primeiro ano R$ 18 milhões. Isso aconteceu através da consultoria da HEALTHBIT em conjunto com a corretora de benefícios

  • Acesso global a informação e mobilizador de atividades

    O Portal SQV Nestlé é um conceito da HEALTHBIT e possui diversas ferramentas adicionais para dar suporte a ações de saúde. Em sua última utilização, o sistema deu suporte ao programa de mudanças de hábitos e redução de peso promovido pela empresa.

  • Fronteira do conhecimento em saúde

    A HEALTHBIT mantém projetos com pesquisadores da área de saúde, sempre investindo nos próximos passos da saúde. Estas experiências de sucesso incluem trabalhos de metodologia, análise de dados e verificação de resultados com cientistas de ponta

Nossos cases e pesquisas

Veja como fazemos

Baixe nossa apresentação

Como atuamos

1. Análise inicial

Identificação do padrão de utilização e riscos. Decisões de melhorias embasadas em dados.

2. Execução de decisões

Retornos financeiros no curto prazo, principalmente em apólices de baixo controle.

3. Seleção de elegíveis

Escolha de grupos prioritários para programas de acompanhamento de saúde.

4. Programas de saúde

Contato e acompanhamento de pacientes confome priorização baseada no perfil da empresa.

5. Resultado contínuo

Verificação de resultados e melhorias constantes para um ciclo de melhor saúde.

Conheça nossas tecnologias

FAQ

Sem analisar minha empresa, o que vocês sugeririam como ações em saúde?
É possível, mas avisaremos que seria com muito menos acertividade do que se realizassemos uma análise e um mapeamento de saúde. Como, no geral, a sinistralidade se torna alta por mal uso generalizado, como uma grande massa usando muito pronto-socorro (baixa resolução da causa raiz), ou casos graves pontuais, temos alguns programas que costumam ser aplicados a todos os clientes. Dois deles são o apoio ao pós-operatório e auxílio no uso da rede. O auxílio no pós-operatório reduz agravos e complicações, com grande retorno e redução de sinistros. O programa de uso da rede trabalha pacientes com um número excessivo de consultas e/ou exames. Seu objetivo principal é verificar se existe a necessidade de apoio na busca por um diagnóstico conclusivo.
A sinistralidade é um indicador utilizado nas negociações de reajuste dos planos de saúde coletivos. Ela é calculada pela divisão dos custos médicos sobre o prêmio pago pela empresa à seguradora. Exemplo: uma empresa que pague mensalmente R$ 100.000,00 de prêmio e tenha um sinistro (gastos de saúde dos seus beneficiários) de R$ 75.000,00 no mês, terá uma sinistralidade de 75%. Esta é uma conta simples, mas é sempre preciso ficar atento às bases de cálculos. Os sinistros não devem conter, por exemplo, custos administrativos ou comerciais. O prêmio usado, como prática normal, não contém o abatimento de impostos. Fique atento aos detalhes de seu contrato.
Uma das grandes dificuldades que vemos nas empresas é a defesa junto à diretoria. É preciso tangibilizar os retornos e inserir metas para seus programas de saúde. Três pontos básicos são necessários, em nossa experiência: Conheça a sua população: saiba o tamanho do problema que será abordado para que todos entendam a necessidade de investimentos em tal público. Tenha metas de satisfação e realize pesquisas com os participantes: uma parte da mensuração de resultados é qualitativa, pois indicadores como a satisfação dos funcionários não é facilmente calculada em termos de retornos financeiros; tenha quais indicadores qualitativos serão usados mesmo antes das ações terem início. Acompanhe os gastos ao longo do tempo: mudanças de hábitos, aderência ao tratamento e promoção à saúde não possuem retornos no curtíssimo prazo; é preciso acompanhar a evolução de custos e frequência de utilização dos participantes para poder comparar o grupo de intervenção (participantes) com o resto da massa (não assistidos pelo programa avaliado). Com estes três pontos existem argumentos para a defesa de programas de prevenção, mesmo aqueles com retornos apenas no longo prazo. Lembre-se: para redução dos gastos com programas - e consequente aumento do ROI - pense sempre nos itens que podem ser automatizados. Hoje em dia já existem comprovações de que ferramentas eletrônicas são fortes assistentes à promoção de saúde.
Como posso melhor aproveitar minha CIPA/SIPAT?
A CIPA/SIPAT é um momento onde seus colaboradores estão abertos à informações sobre saúde e segurança. Todo o contexto é moldado para este fim. Pela nossa experiência, a CIPA/SIPAT acaba sendo um bom momento para se comunicar programas de saúde e realizar mapeamentos. Ela é um momento ótimo ponto para se realizar uma mudança de abordagem em relação à saúde de seus funcionários e família. Algumas dicas rápidas são usar comunicações rápidas digitais - SMS e Portal - para maior penetração de temas obrigatórios e dar andamento ao mapeamento de saúde (Health Risk Assessment) com programas de prevenção ligados a suas respostas.
Temos visto algumas empresas com grande número de vidas atingindo bons resultados - menores gastos do que em pré-pagamento - com planos de pós-pagamento, mas isto não se aplica a todos os casos. Em especial, empresas com alto nível de gestão de riscos/saúde possuem os melhores resultados. É importante notar que quando não existe gestão alguma os planos de pós-pagamento podem ter uma tendência explosiva nos gastos da empresa. Uma grande desvantagem é a flutuação de gastos, que pode afetar o budget previsto para o mês e a operação do negócio. Obs: existe uma opção intermediária, comumente chamada de plano híbrido, em que a empresa paga diretamente por serviços ambulatoriais e segura internações. Corretoras de benefícios possuem conhecimento específico sobre o assunto.
Apesar de conhecermos várias empresas e já ser possível ter dicas de onde estarão seus maiores problemas, cada empresa é única. Em muitos casos existem situações bem específicas pequenas, mas com grande impacto financeiro e na saúde. Um médico com abordagens contestáveis, uma cultura localizada para tabagismo, problemas na gestação de um perfil específico, entre outros. Todos estes pontos só são notados quando os dados são analisados por analistas experientes, pois dependem de um conhecimento multidisciplinar de estatística, medicina e negócios. Outro ponto, não menos importante, é a priorização dos recursos. Uma vez que existe o tradeoff, causado por recursos limitados, precisamos descobrir os pontos que merecem ser priorizados.
Tudo depende de quanta mão-de-obra será utilizada. O maior componente de custos, pelas nossas experiências, tem sido os profissionais de saúde. Costumamos sugerir uma abordagem em "funil", onde partimos de uma automatização completa para a grande massa - todos os beneficiários, inclusive dependentes - e vamos inserindo profissionais de saúde conforme a complexidade dos casos aumenta. Pense sempre como escalar senus programas de saúde, com abordagens que atendam o máximo possível de sua população.

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